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Artistas

BIOGRAFIA:
Sua carreira na televisão teve início quando venceu o concurso da criança mais bonita do Brasil, no programa do Chacrinha, aos 4 anos de idade, repetindo o feito no ano seguinte e, tornando-se uma modelo infantil muito requisitada. No início da década de 90, tornou-se a artista feminina com o maior número de turnês de shows já realizadas e recordes de público (mais de 100 mil pessoas em média). Foi a primeira artista nacional a inaugurar seus shows com microfone livre. Pesquisas da época revelavam que Angélica era a apresentadora feminina com mais espaço na TV, sobretudo em sua estadia no SBT, onde comandava por uma tarde inteira três programas líderes em audiência. Apesar de ter sido convidada diversas vezes, Angélica sempre se recusou a posar nua. Já recebeu vários prêmios como melhor apresentadora; está entre as dez mulheres mais ricas do país, com seu salário milionário, é uma das principais artistas brasileiras e latino-americanas. Seus produtos bateram recorde de vendas nos anos de 1989, 1992, 1997 e 1998. Chegando a serem vendidos até mesmo em terras mais distantes como Líbano e Oriente Médio.
Já vendeu 6 milhões de discos, de treze álbuns já lançados de 1988 a 2001.
Nos anos 2000 , ficou cerca de cinco anos sem cantar, nem fazer shows, dedicando-se apenas como apresentadora de TV.
Hoje ela apresenta o Estrelas, programa sobre o cotidiano e curiosidades das celebridades, e o quadro Video Game, do programa Vídeo Show. É casada com o também apresentador de televisão Luciano Huck e tem dois filhos, Joaquim, nascido em 8 de março de 2005 e, Benício que nasceu na madrugada de 3 de novembro de 2007.

TELEVISÃO:
Sucesso precoce, Angélica iniciou sua carreira de apresentadora aos 13 anos no programa infantil Nave da Fantasia, que marcava, em média, apenas dois pontos no IBOPE, na Rede Manchete. Mas foi com o Clube da Criança que ela estourou e acabou se tornando um dos principais contratos da emissora. O programa marcava, em média, dezessete pontos, índice alto para aquele tempo. O clube não apresentava apenas desenhos animados, mas live-actions, como Jaspion, Changeman, Flashman, Lionman e outros. O programa também contava com ajuda de várias assistentes de palco, as Clubetes que depois ficaram conhecidas como Angeliquetes. Assim como as Paquitas, muitas delas se tornaram atrizes, como Camila Pitanga e Giovanna Antonelli e outras estão começando na área, como Geovanna Tominaga e Juliana Silveira que já atuou na carreira infantil interpretando a Floribella, na Rede Bandeirantes.
Em 1992, o Clube da Criança conquistou o troféu Imprensa de melhor programa infantil da TV. Ainda na Manchete, protagonizou, em 1991 a minissérie O Guarani, no papel de Ceci. Também apresentava, nas tardes de sábado, o programa de atrações musicais Milk Shake, que serviu de vitrine viva para outros nomes como a apresentadora Babi Xavier, que iniciou carreira aos 14 anos no programa como assistente de palco. Em 1993, a apresentadora foi para o SBT comandar o Casa da Angélica, programa que começou a marcar apenas 8 pontos, índice já alto na epóca, e subiu para 12 e depois para 20. O programa tinha desenhos animados, shows musicais e quadros de humor, dos quais Angélica participava com vários personagens: "Anjôlica", onde ela imitava Jô Soares; "Ofélia", a culinarista; "Angelica Strid"; "Taxista Bernadão", etc. Ainda satirizava trechos de novelas mexicanas, como a malvada Catarina Creel, do sucesso Ambição e, possuía matérias de interesse infantil, com o repórter Otaviano Costa. Logo depois Angélica passou a substituir Gugu nos programas Passa ou Repassa e TV Animal. Não demorou muito para para se firmar, ainda mais, como ídolo das crianças e adolescentes e se tornar a menina dos olhos de Silvio Santos. A seqüência de programas batia a Sessão da Tarde em audiência. Sua carreira deu uma guinada em 1996 quando ela assinou contrato com a Rede Globo. Sua estréia, com Angel Mix, programa composto por desenhos, brincadeiras e musicais, foi o de maior audiência do gênero. Angélica contava com auxilio das quatro Angels: Michele Machado, Juliana Silveira, Geovanna Tominaga e Mirela Tronkos; e mais dois Angélicos: Caio César Bonafé e Daniel Florenzano. A apresentadora entrava numa nuvem, cujo epicentro era a letra A com duas asas e uma auréola. Ainda tinha a novelinha Caça Talentos, que contava as aventuras de Fada Bela no mundo real, conseguindo dobrar a média de audiência da emissora. A música que embalava a trama, "Por Merlin" fez relativo sucesso, assim como "Ei Boy...". No fim da década de 90, com a saída do diretor de Angel Mix e o fim de Caça Talentos, Angélica amargou sucessivas derrotas nas manhãs da Globo, marcando 3 pontos de audiência. Estreou Bambuluá, que nem chegou a se aproximar das antigas pontuações alcançadas pela apresentadora com Caça Talentos. Em meio à crise de audiência, abandonando as manhãs da Globo e o público infantil, Angélica deu lugar ao retorno de Xuxa para as manhãs com Xuxa no Mundo da Imaginação, outro programa que não conseguiu recuperar o sucesso dos anteriores Angel Mix, Tv Colosso e Xou da Xuxa, apesar de obter audiência entre 6 e 10 pontos, criando assim a nova "guerra" matinal entre Xuxa (Globo) e Bom Dia & Cia (SBT), na época apresentado por Jackeline Petkovic.

Clube da CriançaMilk ShakeO GuaraniCasa da Angélica
Passa Ou RepassaAngel MixCaça TalentosFlora Encantada
BambuluáUm Anjo Caiu do CéuVideo ShowFama
Estrelas

CINEMA:
No cinema, estreou em 1988 no filme Heróis Trapalhões - Uma Aventura na Selva. No filme, ela interpretava a apresentadora de programas infantis que acaba de ser seqüestrada por um fanático. Mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao filme nos cinemas. No ano seguinte, participou de Os Trapalhões na Terra dos Monstros, com mais de 2 milhões e meio de expectadores. Em 1990 atua em outro filme também com a trupe de Renato Aragão, Uma Escola Atrapalhada, com mais de 3 milhões e setecentos mil expectadores. Foi um de seus filmes de maior bilheteria. Em 1998 volta ao cinema para uma pequena participação, interpretando o fantasma Simão, disfarçado de Angélica em Simão, o Fantasma Trapalhão. Ainda em 1998, Angélica produz e protagoniza Zoando na TV, uma comédia romântica onde a apresentadora interpreta Angel, uma jovem sonhadora apaixonada por Márcio Garcia e que sonha entrar para a TV. O filme leva também em circuito nacional mais de 1 milhão e duzentas mil pessoas aos cinemas.
Neste mesmo ano, Angélica tinha sua própria produção a Angélica Produções.
Em 2001, interpretou a fada Melissa em Xuxa e os Duendes, acabando de vez com as falsas especulações de rivalidades entre ela e Xuxa. Em 2004 atuou como personagem principal no filme Um Show de Verão. Esse foi o filme que rendeu a menor bilheteria, levando, em circuito nacional, apenas 200 mil pessoas, aproximadamente. Acredita-se que foi devido a censura.

Os Heróis Trapalhões, Uma Aventura Na SelvaOs Trapalhões Na Terra dos MonstrosUma Escola AtrapalhadaSimão, O Fantasma Trapalhão
Zoando Na TVXuxa E Os DuendesUm Show de Verão

MÚSICA:
Angélica lançou 13 álbuns ao longo de 20 anos de carreira. Vendeu mais de 6 milhões de discos. Ela gravou o grande sucesso "Vou de Táxi“, versão da francesa "Joe Le Taxi", cantada por Vanessa Paradis, que lhe rendeu o Grammy Latino na categoria melhor álbum romântico. Emplacou, também, sucessos inesquecíveis, como “Blue Jeans”, “Flecha de Amor”, “Big Bom”, “Meu Herói” e, a música de maior sucesso de sua carreira, segundo o site Hot100 Brasil, que contabiliza as músicas mais tocadas no país em mais de 280 estações de rádio, “Se a Gente Se Entender”, versão do sucesso “Linger”. Cantou ao lado de grandes nomes da música brasileira, principalmente em seus próprios álbuns, como Ney Matogrosso, Roupa Nova, Gilberto Gil, Toquinho, Edson Cordeiro, o porto-riquenho Chayanne, e ainda, ao lado de Roberto Carlos, no programa especial de fim de ano da Rede Globo dedicado ao rei, cantando “Música Suave”. Gravou músicas para trilha sonora de filmes e novelas, entre eles, “As Palavras”, tema do filme Heróis Trapalhões, cantada ao lado do grupo Dominó. Destacam-se também, “Terra do Nunca”, para a novela “Era Uma Vez”; “Meu Namorado” e o sucesso de Roberto Carlos, “Meus Amores da Televisão”, gravadas para o filme Zoando na TV; “A Magia do Amor”, para o filme Xuxa e os Duendes; e três músicas para o Um Show de Verão, “Futuro Azul”, “O Show Tem Que Continuar” e o tema homônimo ao filme, “Um Show de Verão”. Em 2006, com a estréia de Estrelas, procurava-se um tema de abertura para o mesmo. Foi chamado o DJ Felipe Venâncio para criar algum tema que tivesse a cara do programa. Ele pegou um poema recitado por Angélica e colocou uma batida dançante, com ruídos típicos de uma cidade grande, como buzinas de automóveis. Após apresentar a música á equipe do programa, decidiu-se que o tema de abertura seria a música “Mas Que Nada”, de Sérgio Mendes. Se houve alguma crítica ao remix, isso não se sabe.

Angélica '1988'Angélica '1989'Angélica '1990'Angélica '1991'
Angélica '1992'Meu Jeito de SerAngélica '1994'Angélica '1995'
Angélica '1996'Angélica '1997'Angélica '1998'Angel Hits & Amigos
Angélica '2001'

SINGLES POSITIONS:

CONTATO:
Blog: bloglog.globo.com/angelica
Telefone "Angélica Produções": (21) 9482-6118

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